Tadeu Torquato

O Museu do Computador

Você consegue lembrar do primeiro computador que usou? Pois é, se aquele Windows 3.1 parece antigo, dê só uma olhada nesses equipamentos aqui. Tudo isso faz parte do Museu do Computador, espaço localizado no centro de São Paulo que reúne cerca de 60 artigos do tempo em que o computador ainda não era pessoal e a internet não passava de uma utopia para poucos.

Inaugurado em 2005 por José Carlos Valle, o museu fechou as portas em 2007 para retomar os trabalhos em novo local em 2010. O acervo total conta com aproximadamente 15 mil peças, mas o espaço disponível só permite a exibição das mais importantes e curiosas. A idéia do curador é tornar a exposição temática, na tentativa de variar constantemente os conteúdos expostos, utilizando toda a coleção. A maior parte dos materiais foi doada ao museu. E não precisa ser uma grande instituição para colaborar, qualquer um pode ajudar a alimentar o acervo.

“Hoje, as prefeituras, universidade e empresas estão jogando fora a história. Não se preocupam em procurar se tem ou não um museu. Ao invés de trazerem aqui, eles pegam e vendem como sucata, e o museu existe exatamente para isso. Eu guardo manuais, livros da história da época. Tudo o que é original eu guardo”, conta o curador do Museu do Computador, José Carlos Valle.

Um dos segmentos da informática mais bem retratados no museu é o setor de armazenamento de dados. Como os disquetes… lembra deles? Se aqueles que você usou nos anos 90 já não eram muito práticos, imagina esse aqui, utilizado há 40 anos. Além da sua proporção, que é bem maior do que estamos acostumados, ele armazenava apenas 128k. Capacidade suficiente para suportar apenas um documento de Word um pouquinho maior. Já essa peça aqui é um disco rígido utilizado na década de 60. Ele armazenava somente 25k. Além disso, o dispositivo levava dois dias para ser formatado e custava nada mais nada menos que 150 mil dólares. Hoje, umHD comum, desses que todos temos em nossos micros, consegue armazenar, em média, 250 gigas, ou seja, 100 bilhões de vezes mais que o seu antecessor, e, detalhe, custa apenas 300 reais.

Essa peça aqui já tem um pouco mais de capacidade. É o disk pack, pacote de discos que armazenava 10 megabytes e pode ser considerado um dos precursores do CD. A diferença é que ele definitivamente não cabe na palma da sua mão e ainda custava algo que hoje seriam 2 ou 3 mil reais.

Não é necessário muito tempo dentro do museu para perceber que a tecnologia tem uma velocidade bastante particular. Para você ter uma idéia, há cerca de 40 anos esse era o modelo de CPU de um computador corporativo. E não é só o equipamento que parece pesado não, o preço também não era muito leve para o bolso. O aparelho custava cerca de 1 milhão de dólares.

“Você podem ver o tamanho dessa máquina, pesando 500 quilos, foi fabricada na década de 70, e é só CPU. Você tem os processadores e os coolers. Cada um deles encostava no processador para tirar o ar quente”, explica o curador.

O Museu do Computador reabriu em maio deste ano e pode ser visitado de segunda à sábado, em horário comercial. Localizado na região da Santa Ifigênia, o espaço recebe visitas individuais ou de escolas. Para ter mais informações ou agendar sua visita, clique no link acima desse texto. Bom passeio!

Fonte: OlharDigital

Novidade do novo Windows Live Messenger

Hoje no evento que ocorreu em São Paulo que contou com a presença do diretor executivo da Microsoft, Steve Ballmer, que anunciou o novo Messenger e falou sobre Cloud Computing. A turma de MSP’s e MVP’s presente no evento fez o favor de disponibilizar agora pouco no Youtube um vídeo com demonstração do Windows Live Messenger.

DLL C# para Delphi

Recentemente tive a necessidade de fazer acesso a um WebService feito em .Net para enviar e receber alguns dados e integrar a um sistema feito em Delphi 6. Até ai tudo bem, só ir ao menu->File->New->Other e na aba WebServices clicar em WSDL Importer e colocar o caminho do arquivo wsdl gerado pelo WebService e a classe com as implementações para acesso as funcionalidades do WebService estaria criada e pronta para ser utilizada, mas tive um problema de incompatibilidade entre um componente que é utilizado na aplicação chamado de RX com o SOAP do Delphi6 impossibilitando a sua utilização.

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Para quem não tem problemas com outros componentes pode verificar como fazer isso em Delphi passo a passo no link http://www.delphibr.com.br/artigos/webservices.php

Qual foi a solução para isso?

Remover o RX e reescrever toda a aplicação que está funcionando bem e sem problemas para que seja atendida essa necessidade que ocorreu somente agora depois de anos de existência do sistema? Não, definitivamente essa não é a solução que o dono da empresa espera e sem falar do custo/tempo que seria gasto para fazer isso tudo do zero com nova tecnologia.

Então vamos à solução encontrada para esse meu problema. Para isso resolvemos que seria melhor fazer uma DLL em C# comunicando com o WebService e utilizar ela no Delphi, pois bem, como fazer isso? Vamos aos passos abaixo:

1 – Criar uma aplicação C# no Visual Studio 2010 do tipo ClassLibrary que para essa demonstração irei chamar de SolucoesClassLibrary.

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2 – Adicionar um novo item do tipo Interface que iremos chamar de ISolucoes onde iremos definir as assinaturas dos métodos que iremos utilizar na nossa DLL.

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3 – Abaixo irei definir o código da nossa Interface:

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Notem que foi necessário adicionar a using System.Runtime.InteropServices para que seja possível utilizar InterfaceType e Guid na nossa Interface e assim ser possível a geração de uma DLL cujo os métodos possam ser acessados por outra linguagem.

4 – Abaixo a implementação da nossa interface na classe Solucoes:

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5 – Nossa DLL está pronta, mas falta configurar uma propriedade no Build, para isso clique duas vezes sobre Properties na Solution Explorer e clique na guia Build, iremos marcar o item Register for COM interop para que ao terminar de compilar nosso projeto seja gerado um arquivo com a extensão .tlb tornando assim possível a importação para que seja utilizada no Delphi.

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6 – Agora na Solution Explorer clique no sina de + ao lado de Properties e clique duas vezes para abrir o AssemblyInfo.cs onde iremos modificar a linha onde tem [assembly: ComVisible(false)] de false para true.

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Tornando assim possível a importação dos métodos e classes para que se torne acessível por outra linguagem.

7 – Salve o projeto e compile para que seja gerado os arquivos e em seguida deverá ir a pasta do projeto onde salvou a solução para copiar a DLL e o TLB gerados durante a compilação. Geralmente deve está em SolucoesClassLibrary\bin\Debug.

8 – Devemos agora copiar os arquivos SolucoesClassLibrary.dll e SolucoesClassLibrary.tlb para a pasta do projeto em Delphi que queremos usar essa DLL. No meu caso irei utilizar uma aplicação que chamarei de teste.

No Delphi clique no menu Project -> Import Type Library e em seguida clique no botão Add onde iremos selecionar o arquivo SolucoesClassLibrary.tlb, não é a DLL, em seguida clicar em Create Unit

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9 – Uma vez criada a Unit (SolucoesClassLibrary_TLB) ela conterá as chamadas aos métodos que estão na DLL que criamos em C# e assim poderemos utilizar em nossa aplicação normalmente.

Quando compilar a aplicação em Delphi irá aparecer alguns erros como:

Type ‘Byte‘ is not yet completely defined

Type ‘Int64‘ is not yet completely defined

Type ‘Double‘ is not yet completely defined

Type ‘Single‘ is not yet completely defined

Que deverá ser colocado na frente deles a palavra System. para que o compilador do Delphi as reconheça como tipos validos.

10 – A aplicação de teste deve ficar com essa aparência:

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11 – Os comandos dos botões serão os seguintes:

Botão Host Name

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Botão User Name

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Botão Soma

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Agora só executar a aplicação pressionando F9 e testar o funcionamento da solução. Com isso foi possível demonstrar a criação de uma DLL em C# no Visual Studio 2010 e a utilização dela em outra linguagem, no nosso caso o Delphi, usando a interoperabilidade entre as linguagens.

Código Fonte:

Office 2010 – Muito Fácil de Usar

O Microsoft Office 2010 é simplesmente muito fácil de utilizar, até uma criança de 5 anos já consegue fazer sua apresentação utilizando o PowerPoint 2010.

Infelizmente o idiota colega que colocou o vídeo no youtube removeu, assim que tiver outro vídeo sobre o assunto eu colocarei novamente no blog.

Office 2010 – Pt-BR

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Nessa ultima sexta-feira 23 de abril, fiquei sabendo que o Office 2010 PT-BR estava disponível em minha assinatura do MSDN Subscription e o mais legal é que o Office 2010 está com sua versão em 64bits. Fiz o download de aproximadamente 686MB e já estou utilizando nesse exato momento para escrever esse pequeno texto e testar o seu funcionamento.

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Sua nova interface, cada vez mais bem intuitiva e funcional me surpreendeu e muito, pois os menus foram revisados e melhor organizados e sem falar da volta do meu Arquivo que muita gente estava sentindo falta no Office 2007.

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Coisas do FINANCE

Finance

Na empresa a qual estou a trabalhar a mais de 7 anos, existe um software cujo nome é FINANCE e tive o prazer de começar em seu desenvolvimento. Nesse software existem alguns conceitos que todo cliente que nunca colocou a mão na massa na área financeira da empresa questiona. Querem saber qual a diferença entre elas por ser tão parecidos os cadastros.

Antes de começar a falar sobre esses conceitos irei colocar abaixo a definição do Sistema FINANCE.

O que é o FINANCE?

Nada mais é do que um sistema de gestão financeira, completo e de fácil uso. Abrange as áreas de Contas a Pagar, Receber, Tesouraria e Controle Bancário. Integra-se ao Service – Software de Gestão de Vendas, Serviços e CRM.

Multiempresa Multi-empresa, implementa Rateio e acompanhamento de Despesas e Receitas por Centro de Custo. Permite praticar controle de orçamento anual previsto e realizado.

Quais os conceitos que os clientes mais questionam?

Basicamente são dois os conceitos mais questionados, o que é centro de custo/receita e o que é conta orçamentária. Veja abaixo a definição de cada uma delas.

  • Centro de Custos/Receita

Um Centro de Custos é uma unidade da empresa (uma secção, um departamento, uma pessoa ou um processo) com custos diretos que lhe possam ser imputados. Além dos custos diretamente associados, são-lhe também atribuídas determinadas percentagens dos custos gerais da empresa, permitindo assim isolar os custos totais de funcionamento dessa unidade. (fonte: http://www.knoow.net/cienceconempr/gestao/centrodecustos.htm

  • Conta Orçamentária

Serve como forma de planejamento, onde as empresas orçam o previsto a ser gasto em um determinado período para a realização de atividades. Este mecanismo ajudará a comparar o previsto com o real, evitando surpresas indesejadas. Estas informações são divididas entre itens e subitens, despesas e receita facilitando com isso a visualização e o entendimento. (fonte: Help do sistema.)

Com o FINANCE também é possível fazer a emissão de boletos bancários e isso acaba gerando outras duvidas em relação ao preenchimento de determinadas informações para que a emissão seja realizada corretamente. São elas:

  • Layout CNAB

Os bancos usam o padrão FEBRABAN CNAB 400 ou 240 para receber (remessa) e enviar (retorno) informações para as empresas clientes usando arquivos. O objetivo destes arquivos é intercambiar informações digitalmente entre o sistema de informática do banco e o do cliente. (fonte: http://superlogica.com/faq/00306)

  • Nº Convênio

As empresas para que sejam habilitadas a emitir boleto bancário é necessário firmar um convênio com o banco que irá por sua vez lhe fornecer o numero do mesmo para que seja utilizado no processo de geração do boleto. (fonte: experiência com os bancos)

  • Nosso Numero

É uma faixa de numero que pode ser fornecida pelo banco para que seja utilizada em seus boletos, ou pode ficar a critério do cliente respeitando o tamanho informado pelo banco para essa numeração. (fonte: experiência com os bancos)

  • Seu Numero

O próprio nome já informa que é seu o numero, geralmente um numero que é utilizado pela empresa para fácil identificação dos boletos por ela emitidos. Aconselho utilizado o numero da conta. (fonte: experiência com os bancos)

Sei que esse poste pode parecer muito com uma propaganda do sistema, mas essa não foi a minha intenção aqui, pois o que me motivou a escrever foi uma serie de relatos vistos pelo pessoal de suporte da empresa e relatar aqui uma espécie de ajuda em geral para aos que tem algum sistema com essas características.

Quem quiser comentar sobre o conteúdo pode fazer a vontade.

Site da empresa: http://www.artinformatica.com.br

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